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sábado, 8 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
terça-feira, 19 de julho de 2011
Baladi

É um dos ritmos mais executados no Egito e no Líbano, assim como o Said. Possui marcações fortes e retoma a cultura popular, as origens familiares e o significado da terra natal. A própira palavra baladi, traduzida, significa “minha terra”. Desta forma, também representa aquilo que é simples, comum, do dia a dia. Também é conhecido como beledi ou balady.
Composição
Assim como o Said, possui compasso 4/4. Derivado do Maksoum, que tem um DUM a menos na chamada forma anotada ou cifrada. Isso por que é comum que o Maksoum também seja executado com dois DUMs. Assim, a frase fica desta forma:
DUM DUM TAKATA DUM TAKATA
Características
Com esta marcação dupla no início da frase (DUM DUM), o ritmo precisa ser tocado de forma mais lenta, apesar de existir com outras variações, a exemplo do Masmoudi Saghir. Não confunda com o Masmoudi, que é um ritmo de oito tempos. É utilizado em músicas modernas, clássicas, em derbakes e também na dança folclórica homônima. É comum ser tocado em músicas com trechos de taksim (solos intrumentais) e cantadas.
Como treinar
Comece a tocar os snjus pela frase simples: DUM DUM TAKATA DUM TAKATA. Quando conseguir agilidade, coloque um TAKA no final, para fazer a emenda com o início do ritmo novamente: DUM DUM TAKATA DUM TAKATA TAKA DUM DUM TAKATA DUM TAKATA. Treine o ritmo puro, com a ajuda de um CD (ouça a faixa selecionada abaixo), e depois tente encontrá-lo nas músicas. Repare que nem sempre ele aparecerá da forma simples e poderá receber variações e ficar floreado.
Dicas de passos
Como é um ritmo muito forte, os acentos (DUMs) precisam ser bem marcados na dança com básicos egípcios, deslocamentos e batidas de quadril. Atenção: na sua versão folclórica e tradicional da dança baladi, não há passos influenciados pelo balé e pelo jazz, afinal retoma aspectos tradicionais da cultura. Neste caso, é sempre dançado com o pé no chão e com roupas mais simples, nunca com o conjunto saia-cinturão-top.
Em outras músicas em que o ritmo apareça, não valem estas características. O percussionista Hossam Ramzy, em um texto sobre o Baladi, no seu site, afirma que “Se você me perguntar quem é a melhor dançarina de Baladi em todo o Egito hoje, a resposta é simplesmente LUCY”. (tradução livre)
Lembre-se: Você pode tocar os DUMs, TAKs e TAs com a sua mão principal (varia para destros ou canhotos) e os e KAs com a outra. Ou então marcar os DUMs com as duas mãos, enfatizando que são mais fortes.
03 - Baladi A by cadernosdedanca
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Ritmo Maksoum
E agora lentinho...
O Maksoum (maqsoum, maksum, maqsum) é o pai de todos os ritmos egípcios, segundo o músico Hossam Ramzy. Afinal, sua estrutura é semelhante a do Said, Chifttelli e, principalmente, a do Baladi. Cortado ao meio, ou partido ao meio é a tradução literal da palavra que dá nome a este ritmo muito utilizado em músicas no Egito, Síria, Norte da África, região do Golfo e Tunísia, onde também é conhecido como Duyek.
Composição
Você já sabe que a estrutura do Maksoum é muito parecida com a do Baladi. Agora vejamos porquê. A frase musical do Baladi é esta: DUM DUM TAKATA DUM TAKATA. O Maksoum não possui um dos DUMs inicial e tem uma pausa no meio do ritmo, tal como explica o músico Mario Kirlis (Bellydance instructivo com Mario Kirlis e Saida – DVD 1). Por isso também é chamado de Baladi um DUM. Daí o significado da palavra fazer alusão a algo partido.
Assim, a notação gráfica fica: DUM TAK (pausa) TAK DUM TAK
Uma forma floreada que pode assumir é: DUM TAKATA DUM TAKA (TAKA).
Características
É um ritmo de quatro tempos e existe uma variação mais rápida e mais lenta, na qual se torna muito semelhante ao Masmoudi. Dizem que o Baladi é uma forma folclórica deste ritmo. É muito usado em músicas modernas, solos de derbake e baladis. A pausa do meio da frase musical gera um acento mais forte no contratempo.
Como treinar
Treine o ritmo puro, com a ajuda de um CD (ouça a faixa selecionada abaixo), e depois tente encontrá-lo nas músicas. Repare que nem sempre ele aparecerá da forma simples e poderá receber variações e ficar floreado, principalmente no final da frase. Neste site você pode ver as diversas formas em que ele pode ser encontrado. Não se preocupe, nós alunas não precisamos conhecer todas elas. Basta saber a base para dançar e tocar nos snujs.
Dicas de passos
No vídeo acima, o derbakista e a bailarina fazem uma breve e simples apresentação do Maksoum. Note como ela também explora o peitoral, além do quadril para fazer as tão importantes marcações de ritmo. A argentina Saida e o músico Mario Kirlis elaboraram um capítulo do DVD instrutivo de ritmos especialmente sobre o Maksoum. Veja como ela faz as marcações com o quadril, em especial com variações do básico egípcio, e como explora o contratempo e a pausa.
Lembre-se: Você pode tocar os DUMs, TAKs e TAs com a sua mão principal (varia para destros ou canhotos) e os e KAs com a outra. Ou então marcar os DUMs com as duas mãos, enfatizando que são mais fortes.
Maqsoum by cadernosdedanca
Retirado de :http://cadernosdedanca.wordpress.com/2010/07/12/maksoum/
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
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